O álbum tem 10 faixas inéditas, onde o tecnobrega se apresenta bem pop. Keila dividiu os vocais e versos com artistas como TrapFunk&Alívio (BA), Ouro (GO) e Viviane Batidão (PA) em algumas faixas. Em carreira solo, Keila Gentil lança primeiro album.
Júlia Rodrigues
A cantora paraense Keila Gentil lançou o primeiro álbum da sua carreira solo na sexta-feira (9), em todas as plataformas de streaming. O tecnobrega se apresenta bem pop em “Malaka”, como é intitulado o trabalho. A produção musical é do baiano Felipe Pomar e a direção da própria Keila.
O projeto foi selecionado pelo Natura Musical por meio do edital 2019, com o apoio da Lei Semear (PA). “O programa já circulou por 20 Estados, apostando em talentos locais. No Pará, por exemplo, o edital já ofereceu recursos para 48 projetos da música, como Felipe Cordeiro, Dona Onete, Lucas Estrela, Aíla, Arthur Nogueira e, agora, Keila”, diz Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura.
No single “Brega Doido”, que teve clipe gravado em lajes do bairro Guamá, em Belém, Keila já mostra a mistura de estilos de músicas das periferias de todo o país. O álbum tem 10 faixas inéditas
“O estigma da periferia não é limitante. É motivante. Nossa cultura é rica e deve ser apresentada sem receio. Tem hip hop com tecnobrega, funk carioca com tecnobrega, batidão romântico do Nordeste com tecnobrega, trap com tecnobrega… É ouvir pra crer (e dançar)!”, explica a cantora. Keila dividiu os vocais e versos com artistas como TrapFunk&Alívio (BA), Ouro (GO) e Viviane Batidão (PA) em algumas faixas. Malaka está disponível online em todas as plataformas de streaming.

Fonte: G1/Pará

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